Sobre amar ao próximo? Deve ser de sobremodo excelente, desinteressado, sem excusas intenções. Mas como esperar amor de consciências que não amam sequer a si próprias? Consciências extremamente egocêntricas, que se colocam sempre no centro onde tudo gira ao redor de seus próprios umbigos, não se importando com os seus semelhantes. Consciências vazias, obsecadas pela futilidade do culto ao corpo, das selfies em redes sociais, de aparecer mais do que ser, escravas de uma felicidade falsa, utópica. Consciências obtusas! Necessitam da sabedoria que desce do trono do Altíssimo para conhecer, ver, crer, do verdadeiro amor que vem da fonte inesgotável de um Deus que as criou para realizar Seu propósito, que as criou para que vivessem segundo Sua vontade, abnegadas da carne, vivificadas e firmadas no espírito, porção Sua, que vida as dá.

Por Loir Xavier