É um comportamento que detona ausência de coragem, de ousadia. E há muitos covardes habitando esse mundo, sem intrepidez alguma, inertes. “Não te mandei eu, sê forte e corajoso!” Ser corajoso não é insuflar o peito e enfrentar um batalhão, mas é o enfrentamento de si mesmo, pois o combate acontece dentro da consciência onde estão os maiores inimigos a serem aniquilados, extirpados, derrubados. A maior batalha à enfrentar é contra o domínio carnal instalado desde tenra idade e a habitual normalidade em tê-lo. Ser forte é não ceder, não fraquejar! Aos covardes, cabe o papel de refutar a verdade de Deus e consequentemente de não experimentar o voo livre nas asas do espírito, planando na certeza de que na rota a ser feita haverá turbulências, mas firmado nele há total segurança e certeza da chegada. Aos covardes…restará o nada!

Por Loir Xavier