Cada vez que em uma conversa corriqueira o assunto morte entra em pauta vê-se todo tipo de superstições para afastar tal possibilidade, como se isso fosse possível. É certo, assim como dois + dois = quatro, que todos morreremos. E como poetizou uma irmã querida “ela vem, aos pequenos e grandes, aos simples e aos soberbos, é o maior dos gigantes, seu nome a todos põem medo!” A grande questão não é propriamente a morte, pois ela é certa, mas a vida que é ignorada, rejeitada. O medo da morte cabe à aqueles que desconhecem de onde provêm a vida. A vida é e está no senhor, no espírito que Deus nos assentou, que vivifica a carne cuja função única é de produzir a consciência, desejo do Senhor. Estamos dentro de um propósito e devemos realizá-lo para continuarmos com a vida através da consciência no plano espiritual, no céu, e para tanto é necessário fazer o caminho da vida junto ao espírito, tendo-o como comandante. Só assim a morte deixará de ser pesadelo e passará a ser vista como o dia do retorno à glória, dia da vitória!

Por Loir Xavier