Não são apenas as expressões, os trejeitos ou o linguajar que uma pessoa usa, que também se nota em outra, que denota falta de personalidade, mas principalmente as ações, oriundas de pensamentos que não são provenientes de seu próprio raciocínio. Obviamente que há no meio, vários fatores influenciadores que levam as pessoas à imitação de um ou outro que se destacam e portanto faz-se necessário o discernimento para avaliar o agir, demonstrando a falta ou a presença de uma personalidade formada e firme em seus próprios conceitos. Ao se tratar do propósito de Deus, vejo que cada consciência tem sua personalidade, cada qual com suas características, mas que moldadas por Cristo, com o mesmo pensamento e sentimento, tornam-se em um corpo, visando não seus interesses, mas o crescimento da glória do reino.

Por Loir Xavier