Nós temos que compreender todas as coisas, para não nos enganarmos e jogarmos a consciência que produzimos como criação no esquecimento eterno. Primeiro devemos entender que estamos dentro do propósito de Deus, e viemos a este mundo só para realiza-lo. Toda criação produz algo que interessa ao seu respectivo criador, e nós como seres humanos produzimos a CONSCIÊNCIA da existência. E já temos em nós uma porção da carne e uma porção do espírito, a existência do nosso Criador Deus é espiritual, então Ele quer esta consciência que produzimos pelo espírito, isto é, a consciência tem várias funções, como: pensar, raciocinar, formar ideias, decidir, agir e principalmente manifestar, estes são os poderes da nossa consciência, e esta consciência agora deve fazer tudo isto pelo espírito de Deus que já está dentro de cada um de nós pela vida. A vida que temos é do espírito de Deus, e os alimentos sagrados que devemos nos alimentar é da palavra da verdade de Deus, que esta palavra sim sacia as nossas consciências.

Devemos nos alimentar do pão que desceu do céu e dá vida ao mundo, o pão aqui simboliza este espírito que Deus enviou a cada um de nós, ele é o pão, o alimento sagrado para as nossas consciências. O vinho simboliza a vida que já está dentro de cada um de nós, e é dela que devemos beber e esquentar as nossas almas. Então, são muitos pontos que devemos descobrir e que já está tudo dentro de cada um de nós, pois o que alimenta as nossas consciências não é o que entra pelas nossas bocas e depois é escusado, mas o que alimenta as nossas consciências de verdade é a palavra de Deus que nos lava por dentro e nos deixam limpas. Poderia escrever vários textos para elucidar todas as consciências do propósito da vida, mas requer do raciocínio de cada consciência para que seja compreendido.

A consciência que produzimos é o fruto que pertence a Deus e é dela que devemos cuidar, não podemos nos alimentar dos enganos, mas sim da palavra da verdade, que esta palavra sim alimenta a nossa consciência do entendimento do propósito da vida.

Por Kátia