Pedra se origina da rocha, e por representação a rocha que está dentro de cada um de nós é o espírito de Deus. Este espírito é a rocha que Deus assentou em cada um de nós pela vida, é nesta rocha que devemos nos firmar. Devemos edificar as nossas consciências em cima desta rocha, assim nada nos derrubará, mas firmes e fortes ficaremos nesta rocha eternamente. Não é assim com a consciência que se firmar na carne, pois ela se despedaçará como uma vidraça que se quebra por inteira. A carne é uma existência provisória e só foi criada por Deus por causa da consciência que produz, fora disso, a carne não serve para nada.

A consciência tem que analisar e raciocinar muito bem as duas existências que ela tem nas mãos, é a consciência que se faz uma com a carne ou se faz uma com o espírito, por isso ela precisa fazer uma análise das duas existências e enxergar que com a existência material ela não vai muito longe, pois a carne é morta em si mesma. Mas a existência espiritual é eterna e tem vida própria, e só pelo espírito daremos continuidade a vida das nossas consciências. Não podemos ficar parados no caminho, mas devemos andar no caminho da vida até chegarmos a terra prometida por Deus.

Tudo já está em nossas mãos, devemos enxergar esta pedra que Deus nos assentou que está bem firme e fundada dentro de cada um de nós e nos firmarmos nela, e deixarmos a carne ignorada, ela teve o seu papel de produzir a nossa consciência, mas a carne é como um vidro que se quebra e que não tem mais como juntar seus cacos, uma vez esta carne morreu, nunca mais outra vez. A única oportunidade de vida que temos é a nossa consciência se ligar no espírito de Deus e deixar a carne perecer sozinha, que é o natural dela.

Atentem-se consciências, o que vocês querem para si, se firmarem na pedra angular ou se quebrarem como uma vidraça despedaçada no chão?

 

Por Kátia Campos