A nossa existência é uma coisa muito esdrúxula, mais esquisito ainda é o que produzimos como criação. Uma pergunta que nunca foi respondida é: quem somos nós e o que estamos fazendo aqui? Quem nos criou e o que Ele quer de nós? A vida tem que ter um sentido, ou será que ela acaba mesmo dentro de um caixão? Como compactuar com o além para obtermos esta resposta? Se o propósito é de um Criador, Ele deve ser o maior interessado para que o seu propósito dê certo, pois eu estou aqui por sua vontade, mas como realizar a sua vontade se eu não sei que vontade é esta?

Foi fazendo estas indagações, que eu consegui um contato com o meu Criador, e Ele abriu os meus olhos e colocou tudo diante de mim, isto é, Deus limpou os meus olhos do entendimento para que eu enxergasse por mim mesmo o seu propósito, e Ele me disse: você me invocou e eu te respondi, estarei com você nas angústias, te livrarei e te glorificarei. Dar-lhe-ei abundâncias de dias e lhe mostrarei a minha salvação, de agora em diante te farei ouvir coisas novas e ocultas, que nunca conhecestes. São criadas agora e não desde então e antes deste dia não as ouvistes, nem tão pouco fora aberto os teus olhos para que não digais: eis que eu já as sabia.

Não existe prazer maior do que andar no caminho da vida. O senhor Jeová me enviou o seu anjo e me disse: Eu Sou o Senhor teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deves andar. Os ímpios não verão a Deus, mas os justos farão parte do seu corpo. Imagine quando adentrarmos a terceira fase da vida, a fase espiritual? Fiz o que tinha que fazer, como meu irmão Jesus disse: glorifiquei-te na Terra, tendo concluído a obra que me deste a fazer. Imagine uma consciência dessa dizer: eu concluí a obra que Deus me deu a fazer aqui na Terra. Paulo também disse: acabei a carreira, guardei a fé, e agora só espero a coroa da justiça, a qual, o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia.

Por O teu espírito diz