Início do interno, origem do mais profundo, nascente do imo, broto da consciência.
Estamos dentro de uma complexidade tamanha, a razão de existirmos e há uma vereda a trilharmos para nos descobrir como ser, é um caminho desbravador, racional, onde chegamos a compreensão do que nos é útil saber para sermos funcionais como criação. E dentro deste assunto gosto sempre de enfatizar que já passamos a fase de sêmen, onde junto a ele já tínhamos vida e adentrando o óvulo da nossa mãe iniciou-se o processo gestativo, ali já havia a porção das duas existências, carne e espírito e no tempo certo nascemos neste mundo, adentramos a segunda fase da vida, a etapa humana. Conforme nosso crescimento, naturalmente fomos produzindo nossa consciência como um fruto, eis aí o terceiro elemento, o elo perdido, o alvo do Criador, pois é esta consciência que a tudo manifesta e dá valor.

Ela é como um campo vasto, um espelho que reflete a existência, é nela que tudo se passa, onde são alojados os sentimentos, as ligações e a nascente do imo, sua origem se deu a junção das duas existências opostas, a matéria e o espírito, então o fruto foi despontando. Essa consciência tem o poder de pensar, raciocinar, formar ideia, determinar e agir tanto pela existência carnal, quanto pela espiritual e vale lembrar, que este fruto é para o benefício de quem nos criou e sua existência não é material, mas espiritual, sendo assim, esta consciência deve ser trabalhada, colhida, desligada da matéria e ligada no espírito, pois dele provém a vida que já habita em todos nós. E dentro desse profundo, desse interno devemos fazer jorrar o manancial de águas vivas que limpa e transforma nosso ser.

Por Michele Mi

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